SINOPSE
Negociações com grandes laboratórios revelam que governos de países não inovadores possuem uma vantagem surpreendente sobre os emergentes. Essa dinâmica se deve à capacidade desses países de utilizar uma estratégia eficaz para contornar a proteção patentária de medicamentos, ameaçando a decretação de licenciamentos compulsórios.
O tema é explorado de forma comparativa, analisando os fatores econômicos, políticos e jurídicos que colocam na liderança países como Brasil, Tailândia, Malásia e África do Sul, desafiando as expectativas e redefinindo o acesso a medicamentos essenciais.
