SINOPSE
A experiência da prostituição em Belo Horizonte é explorada através das vozes de cinco mulheres que enfrentam a violência de gênero. As narrativas revelam não apenas a realidade do preconceito, mas também como essas mulheres percebem e descrevem sua atividade, buscando desmistificar estigmas sociais. A pesquisa utiliza uma abordagem qualitativa, com entrevistas não estruturadas, permitindo uma compreensão mais profunda das vivências e desafios enfrentados.
Os dados coletados destacam que, para essas prostitutas, a atividade é vista como um trabalho legítimo, apesar das constantes violências e da discriminação que sofrem. As participantes enfatizam a luta por direitos e a necessidade de reconhecimento, evidenciando a violação de direitos humanos que permeia suas vidas e a urgência de uma mudança social.
