SINOPSE
Encerrando uma tetralogia, este volume aprofunda temas pouco explorados anteriormente, focando na posição do analista em sua prática, que se assemelha a um laboratório a cada sessão. A obra considera figuras como Freud e Da Vinci, destacando a intersecção entre ciência e arte, e analisa aspectos fundamentais da psicanálise, como a interpretação e a duração das sessões, à luz das ideias de Lacan.
Desenvolvimentos sobre o objeto a, o estranho e as fórmulas lacanianas são apresentados, além de reflexões sobre a epistemologia da ciência. A prática da psicanálise é iluminada como a de um cientista, capaz de acolher a novidade que surge na fala de cada paciente, oferecendo uma visão clara e precisa da construção do conhecimento psicanalítico.