SINOPSE
Uma narrativa ancestral contemporânea entrelaça espiritualidade afrocentrada, memória histórica e maternidade negra como continuidade de missão. A trajetória de Bezuíta, guerreira de Kemet, revela que sua luta transcende a batalha física, transformando-se em uma luta contra o apagamento da identidade. Séculos depois, ela reencarna como Camila, uma mulher negra no século XXI, que, ao se tornar mãe solo, percebe a importância de preservar a história de seu povo.
O nascimento de sua filha, sob a proteção de Nut, evoca a ancestralidade e a conexão com Laínara, sua companheira de batalha. Entre memórias e pesquisa, a protagonista descobre que proteger a memória é um ato de resistência, construindo uma ponte entre Kemet e a Diáspora, e refletindo sobre a identidade negra e o papel das mulheres como guardiãs da memória coletiva.