SINOPSE
A liberdade é entendida como a capacidade de agir de forma independente das influências empíricas, revelando uma causalidade que transcende as leis naturais. Essa perspectiva redefine a moralidade, afastando-a de fatores como classe social, história pessoal ou instintos, e reafirma sua universalidade. A tensão entre a submissão à lei moral e a liberdade se dissolve ao reconhecer que o sujeito que segue essa lei também a cria.
Com a intersecção entre moralidade e racionalidade, o ser humano, influenciado por suas percepções, age segundo princípios que aspiram à universalidade, mesmo que a essência da lei moral permaneça incognoscível.