SINOPSE
Durante a guerra do Kosovo, um entusiasta do humanismo militar observou a dualidade das armas, que podem ser utilizadas tanto para a destruição quanto para a intervenção. A política, agora, se apresenta como uma continuação da guerra, refletindo as complexidades do imperialismo contemporâneo. Os escritos exploram a “guerra ao terror”, a tortura e o colapso de ideais políticos no Brasil.
Com uma abordagem cortante e provocadora, os textos revelam as ilusões de intelectuais que justificam a barbárie. Além disso, entrevistas discutem o papel do intelectual na sociedade atual, desafiando consensos e evidenciando a falência de ideias e opções políticas.
