SINOPSE
Em julho de 1843, um jovem estudante de Direito em Portugal escreveu um poema que se tornaria emblemático para a identidade brasileira. Através de seus versos, ele explorou o exílio como uma forma paradoxal de se conectar com a nação, dando início a uma nova perspectiva na poesia nacional. A obra, que se destaca por suas qualidades literárias, levanta questões profundas sobre a representação do povo e a paisagem brasileira.
O texto provoca reflexões sobre a ausência de referências históricas significativas, como Palmares, e questiona o que realmente significa ser brasileiro. A busca por respostas a essas inquietações revela um dilema que ressoa até os dias atuais.