SINOPSE
Uma onça macho, solitária na floresta Amazônica, embarca em uma jornada de autodescoberta e sobrevivência. Através de sua perspectiva, somos convidados a refletir sobre a simplicidade e a complexidade da vida animal, enquanto palavras da língua nativa nheengatu enriquecem a narrativa. Essa conexão linguística revela a presença dessa língua no cotidiano brasileiro.
Curioso e respeitoso, o protagonista observa a diversidade da vida ao seu redor, interagindo com diferentes espécies e culturas. Sua trajetória é um deleite que destaca a importância do respeito e da convivência harmoniosa entre todos os seres.




