SINOPSE
Vínculos podem ser efêmeros, atravessando nossas vidas como um toque sutil, preparando-nos para a solidão. A narrativa explora a dualidade entre presença e ausência, revelando a importância do cuidado e da autonomia.
Com sensibilidade, a trama acompanha a jornada de autodescoberta de um personagem que aprende que crescer não implica esquecer, mas sim permitir que o tempo se estabeleça, mesmo diante do silêncio. Aceitar que permanecer muitas vezes significa deixar partir é um dos temas centrais dessa reflexão sobre a vida e suas transições.