SINOPSE
A prática da leitura bíblica nas Igrejas mantém um modelo que ignora a investigação histórica e literária dos textos, legado dos Padres da Igreja. Esse padrão, que não foi contestado na Idade Média, começou a ser questionado na Renascença, quando estudiosos passaram a explorar as línguas originais e o contexto dos escritos sagrados, gerando um clima de tensão entre tradicionalistas e modernos.
Uma leitura contextualizada pode proporcionar uma fé mais sólida, levando à reflexão sobre a identidade de quem se distancia da religião formal, mas continua a seguir os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Essa indagação é central na obra.
