SINOPSE
Uma análise crítica revela que a proposta de libertação educacional defendida por Paulo Freire não cumpre sua promessa de autonomia, pois, em vez de libertar, busca formar estudantes para um novo regime. O objetivo, enraizado na ideologia marxista, transforma a liberdade em uma nova forma de opressão, onde o aluno se torna um instrumento de utopias coletivas, em detrimento de sua verdadeira emancipação.
Além disso, outros mitos educacionais são abordados, como a crença de que a educação pode mudar o caráter das pessoas ou que um maior nível educacional garante prosperidade e produtividade, desafiando a visão convencional sobre o papel da educação na sociedade.
