SINOPSE
As escolhas sobre viver e desejar são influenciadas pelo contexto em que estamos inseridos, tornando essencial compreender como a colonialidade molda nossas percepções de desejo e sexualidade. A exploração da “epistemologia das encruzilhadas” revela as profundas influências que afetam nossas decisões e relações, permitindo uma reflexão crítica sobre o que realmente desejamos.
Ao desafiar as convenções impostas, é possível abrir espaço para a construção de vidas mais dignas e interessantes, fundamentadas em critérios éticos e políticos. A prática da escuta comprometida se torna um caminho para relações mais livres e significativas, promovendo vivências plenas e enriquecedoras.