SINOPSE
Reflexões sobre o que constitui a normalidade e a loucura permeiam este intrigante estudo. Questões sobre o que é considerado um funcionamento mental aceitável são exploradas, revelando a complexidade da relação entre loucura e normalidade ao longo da história. Através de um diálogo entre psiquiatria, psicanálise e cultura, surgem críticas às idealizações românticas e ao higienismo médico que cercam os transtornos mentais.
O olhar crítico lançado sobre as demandas contemporâneas e o desejo humano provoca uma profunda reflexão sobre as expectativas sociais. A análise convida o leitor a reconsiderar suas próprias percepções sobre saúde mental e as nuances que a cercam.