SINOPSE
“`html
Reflexões sobre o sono e o ato de dormir são apresentadas sob uma nova perspectiva, que transcende a mera função biológica do repouso. A prática clínica revela que a insônia e o uso excessivo de medicamentos são questões recorrentes, levando à exploração do sono como uma experiência erótica, onde se abandona o controle e se confia nas possibilidades do desconhecido.
Referências a obras clássicas de Shakespeare mostram que o dilema em relação ao sono é atemporal. Práticas culturais brasileiras, como o cafuné e canções de acalanto, são elevadas a ferramentas que transformam a transição entre vigília e sono em uma vivência prazerosa.
“`