SINOPSE
A clínica histórico-cultural representa um campo emergente de atuação na psicoterapia no Brasil, tornando-se uma leitura essencial para profissionais da área. A obra propõe uma reflexão sobre como manter uma prática clínica alinhada aos fundamentos histórico-culturais, evitando apropriações superficiais da teoria. Com clareza e rigor, apresenta a clínica como um processo de mediação, onde linguagem, história e relações sociais são fundamentais na compreensão do sofrimento e suas superações.
Além de articular teoria e prática, a discussão abrange o papel do terapeuta, a ética clínica e a necessidade de sistematização desse campo. A leitura se revela crítica e propositiva, convidando os profissionais a reconsiderar suas abordagens na psicoterapia, sempre respeitando os princípios da Psicologia Histórico-Cultural e seu contexto social e cultural.