SINOPSE
Na corte, o castelo representa um símbolo de poder, mas para Seraphina, a realidade é um emaranhado de estímulos e texturas que revelam verdades ocultas. As pedras de Aethelgard sussurram sobre um colapso iminente, enquanto a respiração do palácio se torna audível sob a chuva. A natureza avança, quebrando fundações e infiltrando-se em túneis esquecidos, e Seraphina, com seus olhos fechados, decodifica a lógica matemática que rege esse caos.
Com uma mente que sobrepõe mapas complexos à realidade, ela observa a interconexão entre a vida e a deterioração. O fascinante e o aterrorizante coexistem, revelando uma narrativa rica em nuances e desafios, onde a natureza e a arquitetura se entrelaçam em um destino compartilhado.