SINOPSE
Uma trajetória no tradicionalismo gaúcho é revelada por meio de experiências que se iniciaram na infância e se estenderam por décadas. O relato abrange transformações significativas nas comunicações, cultura e artes, organizando-se em três partes: vivências, construções e vislumbres. Os anos de 1965 a 1986 são marcados por observações e aprendizados, enquanto a década de 1987 a 1997 destaca mudanças estruturais no movimento tradicionalista.
Reflexões sobre momentos mais recentes e distanciamentos das atividades tradicionalistas também são abordadas, apresentando ideias que visam inspirar novas gerações. Convida-se o leitor a revisitar memórias e a se engajar na construção de seus próprios caminhos.




