SINOPSE
O estudo aborda a relevância dos pregadores imperiais na formação da intelectualidade brasileira no início do século XIX, destacando figuras como Francisco do Monte Alverne. A pesquisa evidencia a importância da oratória sagrada em um contexto marcado pelo analfabetismo, onde a palavra falada era central nas discussões comunitárias, especialmente nas igrejas, que serviam como espaços de encontro.
Particularmente, a Capela Real se destaca como um local crucial para a pregação, refletindo o apreço de D. João VI pela oratória religiosa. A sermonística emerge como um elemento fundamental na articulação de ideias e na construção de uma identidade nacional, unindo fervor religioso e um discurso brasileiro em formação.