SINOPSE
Questões relacionadas ao acolhimento institucional de crianças e adolescentes são abordadas, destacando as consequências da institucionalização precoce e prolongada. A falta de pertencimento e a despreparação para o convívio social são problemas centrais, que podem levar à reiteração na vida criminosa. A análise das políticas de atendimento infanto-juvenis revela desafios históricos e culturais, desde o século XVIII até as medidas socioeducativas atuais.
A vulnerabilidade desses jovens é exacerbada pela desfiliação familiar e pela falta de educação e qualificação. A exclusão social e os estigmas enfrentados dificultam a reintegração, enquanto práticas punitivas prevalecem sobre abordagens socioeducativas, perpetuando a marginalização e a precariedade das condições de vida nos abrigos.
