SINOPSE
Artigos em jornais e revistas frequentemente sugerem que a medicina pode proporcionar felicidade por meio de medicamentos e intervenções cirúrgicas. Nas últimas décadas, termos como “depressão” e “serotonina” tornaram-se comuns, refletindo um modelo que prioriza a felicidade baseada em sensações corporais em detrimento da realização intelectual. Essa mudança resultou em uma crescente medicalização da sociedade, onde a psiquiatria biológica domina o discurso sobre transtornos mentais, apesar de sua base teórica frágil.
Explorando os discursos e práticas da psiquiatria contemporânea, a obra analisa como essa abordagem se conecta a novas realidades e subjetividades. O estudo instigante vai além da clínica psiquiátrica, promovendo uma reflexão crítica sobre a sociedade atual e os impactos da medicalização na vida das pessoas.




