SINOPSE
Um velório revela mais do que a dor da perda, trazendo à tona a complexidade das relações familiares. Miguel, um dos filhos, reflete sobre a presença escassa de pessoas na cerimônia, questionando o que isso significa para o prestígio do falecido. A narrativa, marcada pela ironia, apresenta um retrato antropológico do ritual fúnebre, onde personagens comuns se tornam protagonistas de suas próprias histórias.
À medida que a trama avança, os filhos do morto revelam suas personalidades e conflitos durante a partilha dos bens. Entre discussões e reflexões, lampejos de poesia surgem, desafiando a superficialidade do cotidiano e permitindo uma imersão na essência da condição humana.