SINOPSE
Uma análise crítica do Levante de 1932 revela a insatisfação com a explicação predominante que o atribui à busca pela reconstitucionalização do Brasil. Essa visão, amplamente aceita, carece de uma revisão que considere outras motivações e contextos históricos. O estudo investiga a historiografia do movimento, identificando erros cronológicos que distorcem as relações entre causas e consequências, perpetuando a ideia de uma Revolução constitucionalista.
Ao explorar as inconsistências das explicações tradicionais, novas hipóteses sobre a gênese e a dinâmica do levante paulista são formuladas, oferecendo uma perspectiva renovada sobre um evento crucial da história brasileira.