SINOPSE
Uma pesquisa histórica revela as escolas criadas pelas comunidades japonesas na Baixada Santista e no Vale do Ribeira entre 1908 e 1945. O texto explora as estratégias utilizadas para garantir o funcionamento dessas instituições durante a Era Vargas, um período marcado pela repressão à educação de imigrantes. As condições sociais e políticas que favoreceram a imigração e a formação das colônias são analisadas, destacando o esforço dos imigrantes para manter o ensino da língua japonesa e a educação primária brasileira.
As escolas japonesas, organizadas e resilientes, conseguiram operar na década de 1930, apesar das restrições impostas. No entanto, com a entrada do Japão na Segunda Guerra Mundial e o alinhamento do Brasil aos Aliados, essas instituições foram fechadas. O processo de fechamento é detalhado, proporcionando uma compreensão profunda da luta e adaptação das comunidades japonesas em um contexto desafiador.