SINOPSE
Anaximandro é apresentado como um marco na evolução do pensamento filosófico, superando a visão de Tales de Mileto ao conceber o princípio como o ilimitado, uma universalidade indeterminada que abrange todas as determinações. Essa ideia é vista como a origem de todo o devir e perecer, de onde os mundos emergem e para onde retornam, embora ainda careça de um conceito plenamente desenvolvido.
Apesar do progresso em relação ao sensível, a abordagem de Anaximandro revela limitações na mediação e na determinação interna desse princípio. As explicações sobre a separação dos opostos e a cosmogonia permanecem superficiais, indicando que o pensamento ainda não alcançou a verdadeira determinação racional, mas inicia um caminho em direção à universalidade.