SINOPSE
Sentir-se sozinha na cadeira do terapeuta é uma experiência comum, onde o peso da prática clínica pode se tornar avassalador. Entre o caos e o luto, surgem dúvidas e angústias que muitas vezes parecem incompreendidas. A solidão da terapeuta é um tema central, revelando a complexidade dos vínculos e das transferências que permeiam essa jornada.
Reflexões profundas sobre a dor e o autoconhecimento são apresentadas, oferecendo um espaço para acolher a própria solidão e explorar os riscos do ideal de perfeição. Estratégias para uma prática mais leve e humana são discutidas, promovendo um cuidado que liberta, em vez de sufocar.