SINOPSE
Contingentes significativos de indivíduos, sem meios de sobrevivência em suas terras natais, perambulam pelo globo. A afirmação de que o planeta está saturado reflete não apenas a realidade física, mas também as dimensões sociais e políticas. A sociedade de consumo gera uma população marginalizada, sem espaço para reintegração ao sistema produtivo, levantando questões sobre o destino desses grupos. As políticas de segurança globais se concentram nesse dilema, revelando a inevitabilidade da produção de seres marginalizados.
Reflexões profundas sobre esse cenário sombrio buscam resgatar uma perspectiva humanista em meio à modernização e ao progresso econômico. A análise crítica do ambiente contemporâneo destaca a necessidade de uma abordagem mais empática e consciente em relação às vidas que se encontram à margem da sociedade.