SINOPSE
Marcas da contemporaneidade, os medos permeiam a vida cotidiana, gerando uma ansiedade constante. A insegurança em relação ao emprego, à violência urbana e ao amor se intensifica, levando à busca incessante por atualização e conhecimento. As pessoas se cercam de medidas de proteção, como a vida em condomínios fechados e o uso de carros blindados, refletindo a influência do medo em suas decisões.
As origens dessas ansiedades são exploradas, revelando como a modernidade líquida transforma a percepção de segurança. A utopia do controle sobre os aspectos sociais e econômicos parece desmoronar, deixando um vazio que provoca reflexões profundas sobre a condição humana.