SINOPSE
Pesquisas em ambientes degradados revelam a complexidade das práticas de restauração em um laboratório universitário. A análise se fundamenta em teorias contemporâneas, como a Teoria Ator-Rede, que destaca a interação entre humanos e não humanos durante os experimentos. O estudo etnográfico revela que, em vez de estabilizar artefatos como fatos, ocorre uma proliferação de híbridos, exigindo uma colaboração ampliada entre os envolvidos.
Esse processo desafia a noção de uma natureza pré-existente, mostrando que a construção do ambiente é uma dinâmica contínua, moldada pela equipe de pesquisa e suas interações. A pesquisa oferece uma nova perspectiva sobre a restauração ambiental, enfatizando a importância do coletivo na formação de realidades.