SINOPSE
Uma presença silenciosa e persistente cresce dentro de um homem, transformando seu ser em um abismo. O que antes era um leve desajuste se torna um deslocamento constante, enquanto ele testemunha sua própria fragmentação. O mundo ao seu redor continua, mas nada se fixa ou permanece, levando-o a um estado de desamparo.
A dor se revela como uma estrutura, não como uma consequência. A travessia visceral pela falha de existir expõe a brutalidade de um processo em que não há mais onde se apoiar, desafiando a compreensão do que significa ser.