SINOPSE
Na jornada da juventude, o narrador busca unir as partes de si mesmo após uma ruptura. A vida se revela como um esforço contínuo de conexão e significado, onde a escrita emerge como um ato ético e de sobrevivência. Entre bibliotecas e silêncios, a narrativa explora a complexidade de manter unidas as partes fragmentadas da infância, sem promessas de cura ou romantização da dor.
Cada palavra e frase expõem as emendas necessárias para sustentar as falhas. A prosa densa e filosófica convida à reflexão sobre a construção da identidade, revelando que a verdadeira escrita é marcada por tentativas de se reerguer, mesmo diante das dificuldades.