SINOPSE
Questionando o mito do desejo inato de maternidade, a autora apresenta uma análise provocativa sobre o papel da mulher na sociedade contemporânea. A obra discute como a maternidade ainda é vista como uma obrigação, limitando a liberdade feminina e perpetuando antigos estereótipos. Em tempos de mudanças sociais significativas, a decisão de ter filhos se torna um ato consciente, que exige planejamento e pode implicar sacrifícios pessoais.
Com uma abordagem crítica e reflexiva, a narrativa revela os dilemas enfrentados pelas mulheres diante das expectativas sociais. A maternidade, muitas vezes idealizada, é desconstruída, permitindo uma nova perspectiva sobre a liberdade e as escolhas que cada mulher pode fazer em relação à sua vida e ao seu corpo.