SINOPSE
O amor materno é frequentemente considerado um instinto inato, mas a análise revela que ele é, na verdade, moldado por fatores sociais e culturais. A pesquisa histórica apresentada mostra que não existe uma conduta materna universal; ao contrário, o sentimento varia conforme as ambições e frustrações de cada mãe. Essa perspectiva desafia a crença de que o amor materno é uma característica intrínseca da feminilidade.
Ao longo da história, a dedicação à criança não foi constante, evidenciando que o amor pode ser forte ou frágil, presente ou ausente. Essa complexidade do amor materno reflete as mudanças sociais desde o século XIX, revelando que ele é um produto da evolução cultural e não um determinismo biológico.