SINOPSE
Representações espaciais emergem como ferramentas de poder e resistência, destacando a luta de comunidades tradicionais do litoral sudeste brasileiro na defesa de seus territórios. A combinação de Geografia, saberes ancestrais e teorias críticas revela como mapas, antes coloniais, são ressignificados em instrumentos de reivindicação política e territorial.
Experiências reais, como as do Quilombo da Fazenda em Ubatuba-SP, desafiam a cartografia convencional, permitindo que essas comunidades criem narrativas espaciais alternativas. Essa dinâmica desloca o protagonismo na produção das representações espaciais, reafirmando a existência e a luta por reconhecimento.