SINOPSE
Reflexões sobre novas formas de representação espacial e o uso de produtos cartográficos em contextos de resistência e reivindicação são exploradas de maneira profunda. A partir de uma perspectiva decolonial, o texto aborda a Cartografia sob um olhar que se concentra na América Latina, destacando como ferramentas e metodologias de representação foram apropriadas por movimentos populares.
Esses produtos cartográficos são vistos como ativismos cartográficos, desempenhando um papel crucial em grupos organizados em situações de conflito social. A proposta é expandir as possibilidades de produção e uso das representações espaciais, tanto no âmbito acadêmico quanto no apoio a lutas sociais.
