SINOPSE
Vivemos em uma era onde a incerteza se tornou parte do cotidiano. A obra explora como o medo, a tecnologia e a estética da normalidade influenciam subjetividades que, embora funcionais, estão exaustas. A partir de eventos globais recentes e da transformação da guerra em espetáculo, a narrativa investiga o devaneio como um mecanismo de sobrevivência, não apenas como fuga.
Entre a sobrecarga de informações e a anestesia emocional, surge uma pergunta provocativa: como manter a humanidade em um mundo que exige desempenho constante? Uma reflexão para aqueles que questionam soluções simplistas e a normalidade imposta.