SINOPSE
Desde os anos 80, a filosofia analítica da linguagem enfrenta um impasse entre a ortodoxia descritivista e a causal-referencialista. Apesar da predominância da nova ortodoxia entre especialistas, observa-se uma fragmentação do saber que limita a investigação filosófica. Este estudo busca romper com essa estagnação, propondo uma teoria neodescritivista que abarca o significado cognitivo e a referência.
Inspirado por pensadores como Wittgenstein e Frege, o trabalho visa integrar inovações da nova ortodoxia, promovendo um diálogo enriquecedor entre diferentes correntes filosóficas e ampliando a compreensão sobre a linguagem.