SINOPSE
Reflexões sobre a violência e a não violência são exploradas através de uma análise crítica que abrange filosofia, ciência política e psicanálise. As duas expressões se tornam intercambiáveis em contextos que priorizam perspectivas individualistas ou o biopoder estatal. A ética da não violência é apresentada como parte de uma luta política mais ampla pela igualdade social, revelando como a violência é frequentemente atribuída a quem mais sofre suas consequências.
A desvalorização da vida é discutida, destacando que algumas vidas perdidas não são dignas de luto. A interdependência entre os seres humanos é fundamental para entender a não violência como uma prática de resistência à destruição.