SINOPSE
Um olhar crítico sobre a centralização monárquica na administração da América portuguesa revela como Portugal percebeu a unidade brasileira antes mesmo de seus habitantes. O século XVIII trouxe uma nova concepção de império, com a atenção voltada principalmente para o Brasil, em detrimento da África. O texto explora as estruturas que possibilitaram o controle português sobre o Atlântico Sul e a ruptura entre a monarquia e as elites locais, evidenciando o aumento dos sentimentos regionais.
Além disso, analisa os protagonistas da administração portuguesa, suas motivações para deixar a pátria e os sacrifícios que enfrentaram. As relações entre governo e governados são complexas e variáveis, influenciadas pela distância e pela perspectiva de quem observa os fenômenos.