SINOPSE
Quatro dimensões do imaginário do século XVIII sobre Minas Gerais são exploradas, revelando a complexa relação entre o homem e a natureza. As riquezas da região, tanto reais quanto fantasiosas, despertavam temor e fascínio nos colonizadores, que viam o território como um lugar de beleza e horror. Essa dualidade impulsionava a exploração e o avanço das fronteiras, enquanto o desconhecido gerava tanto aversão quanto uma nova apreciação pelos encantos naturais.
A produção de obras visuais e escritas refletia essa afetividade emergente, enraizando os novos habitantes na América. A narrativa revela como essas interações moldaram a formação sociocultural de Minas, destacando a importância do mundo natural na construção da identidade regional.