SINOPSE
O surgimento de um movimento político de massas provoca reações intensas entre cidadãos e estudiosos, desafiando a compreensão de fenômenos políticos. A ascensão de uma retórica extremista, como a do bolsonarismo, exemplifica essa complexidade. A análise psicossocial revela que a manipulação da identidade coletiva desempenhou um papel crucial, desorientando adversários e unindo seguidores por meio de um discurso que amalgamava valores e interesses diversos da direita brasileira.
Essa estratégia não apenas moldou a percepção de si e do outro, mas também mobilizou emoções como medo e ódio, delineando um cenário onde os antagonistas eram vistos como inimigos implacáveis. Assim, a identidade coletiva se tornou um instrumento poderoso na dinâmica política contemporânea.