SINOPSE
A infraestrutura do atletismo brasileiro envolve federações, clubes, instituições de ensino e órgãos governamentais, formando uma rede complexa que apoia a modalidade. Atletas paranaenses que competiram nas Olimpíadas de 2004 a 2016 foram entrevistados, revelando que metade deles nasceu em grandes centros urbanos e a outra metade em pequenas cidades, todos provenientes de famílias de classe social baixa.
As relações de poder entre atletas, treinadores e dirigentes moldaram suas trajetórias, onde o capital simbólico se tornou essencial para garantir subsistência e prestígio. Os treinadores desempenharam um papel crucial, influenciando decisões que impactaram diretamente o desempenho e as oportunidades dos atletas.