SINOPSE
A realidade dos direitos da pessoa autista no Brasil revela uma discrepância alarmante entre a legislação e a prática forense. Apesar de avanços legais, como a Lei nº 12.764/12, a presença do autista nos tribunais permanece invisível, com estruturas jurídicas que ainda priorizam comportamentos normativos. A falta de preparo dos profissionais do Direito e a interpretação equivocada dos traços do espectro autista são questões críticas a serem abordadas.
Com uma linguagem acessível e embasamento sólido, a obra se torna um recurso indispensável para aqueles que buscam atuar com responsabilidade na defesa da neurodiversidade. É um apelo à transformação do sistema de justiça, onde a inclusão deve ser vista como uma obrigação ética e legal.