SINOPSE
Tensões sociais marcaram a construção da identidade em Moçambique, tanto durante o período colonial quanto na revolução pós-independência. Três sujeitos sociológicos se destacam nesse contexto: o colono português, o assimilado e o indígena moçambicano. O colono era visto como o “civilizado”, enquanto os indígenas eram considerados desprovidos de valores e hábitos adequados, necessitando de tutela.
No meio desses extremos, o assimilado se posicionava como alguém que havia superado a condição de indígena, alcançando a cidadania portuguesa. Essa dinâmica revela as complexidades das relações sociais e identitárias na colônia.