SINOPSE
A crítica literária feminista no Brasil, desde a década de 1980, revela as diversas formas de representar as relações e desigualdades de gênero, além das estratégias de resistência e enfrentamento ao patriarcado na literatura escrita por mulheres. A análise se concentra na interseção entre essa crítica e a literatura juvenil, explorando obras publicadas após a redemocratização, quando novos papéis sociais de gênero começaram a emergir.
O estudo busca entender como o contexto cultural e político influencia as narrativas, a representação das mulheres e as estratégias de resistência das personagens diante das violências que enfrentam. Esse período é crucial, pois coincide com a segunda onda feminista, que impulsionou mudanças significativas na literatura juvenil feminina.