SINOPSE
Nas últimas décadas, a saúde mental tem sido dominada por uma visão que considera um único manual como referência para o sofrimento emocional. No entanto, a Gestalt-terapia oferece uma abordagem crítica que contribui para a discussão sobre a medicalização da existência. Através de estudos de psicopatologia fenomenológica e outras áreas, reflexões são tecidas para questionar as fronteiras entre o normal e o patológico.
Com um olhar acolhedor e respeitoso, uma nova perspectiva é apresentada, desafiando a visão biologizante dos transtornos psiquiátricos. O compromisso histórico dos profissionais da Gestalt-terapia é com a liberdade e a compreensão dos modos de ser no mundo, em vez de categorizar doenças.