SINOPSE
Após a criação, a observação do mundo por seu criador revela um fenômeno inédito: a própria criação começa a se reconhecer. Surge um diálogo silencioso e profundo entre ambos, que se intensifica com a chegada da humanidade. A hesitação do mundo diante dessa nova espécie reflete o risco de introduzir a capacidade de pensar e questionar, o que pode levar à negação e destruição do que sustenta a existência.
Com o tempo, a humanidade evolui de curiosa a ambiciosa, enquanto o mundo testemunha suas escolhas e erros. O egoísmo se torna norma, e a empatia, exceção. Assim, o diálogo se torna mais pesado e definitivo, levando o mundo a uma decisão que não é de ódio, mas de reconhecimento sobre o que a humanidade se tornou e o que ainda pode ser.