SINOPSE
Quando tudo se desvanece, o que realmente permanece? Acompanhamos a jornada de um personagem que, após perder quase tudo, se vê preso a uma única palavra enigmática. Sem origem ou significado claro, essa palavra se torna uma presença constante, desafiando a lógica da memória e da linguagem. A narrativa introspectiva provoca reflexões sobre a essência da existência e a fragilidade dos vínculos humanos.
Explorando a interseção entre realidade e percepção, a obra convida o leitor a questionar o que significa lembrar e esquecer. Com uma abordagem sensorial e filosófica, cada fragmento revela que nem tudo se submete ao tempo, e que algumas coisas permanecem, mesmo sem razão aparente.