SINOPSE
A filosofia de Espinosa é frequentemente vista como uma rejeição radical ao finalismo. No entanto, uma análise mais aprofundada revela um rico debate sobre a teleologia, evidenciando a polarização entre os intérpretes. A defesa de uma visão completamente antifinalista é questionada, abrindo espaço para a consideração de um finalismo intrínseco à natureza.
O texto explora o estado atual das discussões sobre finalismo, propondo a hipótese de que uma forma de teleologia pode ser identificada em determinados processos naturais, desafiando interpretações convencionais e enriquecendo o entendimento da obra espinosana.