SINOPSE
Questões sobre a capacidade das máquinas de sonhar nos levam a refletir sobre um novo cenário: seremos nós a sonhar os sonhos das máquinas. A imaginação, antes considerada um privilégio humano, é explorada ao longo da história, desde as cavernas de Lascaux até a modernidade, passando por movimentos artísticos e sociais.
O imaginário humano pode estar em risco de perder sua exclusividade, enquanto a criatividade se torna um campo de disputa com entidades não humanas. Questões profundas sobre a autonomia imaginária das inteligências artificiais desafiam nossa cosmovisão e nos convidam a repensar o que significa criar.