SINOPSE
Antes de se tornar um deserto silencioso, Marte foi um mundo vibrante, onde uma civilização rica deixou vestígios de sua existência. A narrativa explora a memória como um fenômeno essencial, revelando como experiências se transformam em registros que conferem continuidade e significado à vida. A memória é apresentada não como uma simples recuperação do passado, mas como uma força que molda a realidade e a identidade.
Elementos dessa antiga civilização reaparecem como padrões que influenciam a percepção e a organização da experiência. A reflexão proposta vai além da história de um planeta extinto, abordando os limites da razão, o papel do esquecimento e a ética de lembrar sem transformar a memória em distinção ou autoridade.